sexta-feira, 3 de julho de 2020
Oi pessoal, hoje é dia de resenha de livro!!! Vou contar o que achei de Os Pergaminhos Vermelhos da Magia, mas pode deixar que não vai ter spoilers por aqui!
Os Pergaminhos Vermelhos da Magia é o primeiro livro da trilogia As Maldições Ancestrais (carinhosamente conhecida pelos fãs como Trilogia Malec), escrito pela Cassandra Clare e Wesley Chu. Os próximos livros são The Lost Book of the White (lançamento em inglês previsto para Setembro de 2020) e The Black Volume of the Death (sem lançamento previsto).

Somente o Grande Veneno, aquele que é belo, sábio, charmoso e belo, pode conduzir os fiéis a Edom. Portanto, abasteça o Grande Veneno com comida, banhos e massagens ocasionais.
O príncipe deseja apenas o melhor para seus filhos. Portanto, para honrar seu nome deve haver uma lareira abastecida com as melhores bebidas, cigarros e bombons. Dízimos de tesouros e presentes despejados sobre o Grande Veneno simbolizam o amor entre os fiéis, portanto, mantenha os espíritos fluindo e o ouro crescendo, e sempre se lembre das regras sagradas.
A vida é um palco, então saia com estilo.
Somente fiéis que puderem fazer um drinque verdadeiramente bom serão favorecidos.
Não ofendam o Grande Veneno com ações cruéis ou roupas feias.
Busquem os filhos dos demônios. Eles devem ser amados como vocês amam o seu senhor. Não deixem que as crianças fiquem sós.
A história se passa durante o início de Cidade dos Anjos Caídos, quando Magnus e Alec saem de férias pela Europa, eles estavam no início do namoro e tinham acabado de derrotar Valetim Morguenstern.

Além do tabu da sexualidade (seu pai diz que ele deveria fingir ser hétero, e em outros livros descobrimos que a rejeição pela homossexualidade não foi apenas com Alec), se relacionar com membros do Submundo não é algo aceitável, nem para os membros do Submundo, tampouco Caçadores de Sombras. Alec sofre bastante rejeição pelos membros do Submundo, mas pouco a pouco ele conquista o respeito de todos sendo gentil e tratando todos como pessoas, sem distinção. Ele é o Magnus tem essa gentileza em comum, ajudar os outros sem pensar em si, o que para Alec, nos livros recentes, vai ser muito importante no seu cargo na Clave.

Magnus aparentemente fundou um culto que adora Asmodeus chamado A Mão Escarlate, o problema é que ele pensou uma vez em criar um culto assim de brincadeira, conversando com seu amigo Ragnor Fell, entretanto não tem mais a memória dessa conversa.
Ragor é um dos melhores amigos de Magnus, na verdade o primeiro e único por algum tempo, até eles conhecerem a feiticeira Catarina Loss. Ele foi morto recentemente por Sebastian/Jonathan Morgenstern, o que deixa Magnus arrasado.
Asmodeus é um dos Príncipes do Inferno e pai de Magnus, mas Alec ainda não sabe e o feiticeiro tem receio de contar e eles terminarem ou pior, colocar Alec em perigo, além de sentir vergonha pelo que já fez sob a influência do pai. Os filhos de Demônio Maiores podem ser muito poderosos, mas raramente são estáveis.

Os capítulos são narrados ora pelo Magnus e ora pelo Alec, de forma alternada para atiçar nossa curiosidade e ser difícil parar de ler!

Destaque para uma conversa muito bonita sobre amor que Magnus tem com Tessa. Ela diz que mesmo que seja difícil e doloroso ter um companheiro mortal, o amor sempre vale a pena. Em contrapartida, uma conversa com Malcon Fade esse revela nunca mais querer outro amor depois de ter se apaixonado por uma Caçadora de Sombras e não ter terminado bem, para dizer o mínimo. Sem dar spoilers, ele realmente não aceitou o fim desse relacionamento e agiu de forma extrema (leiam a trilogia Os Artifícios das Trevas para entenderem melhor).

Alec fala sobre a necessidade da Clave mudar começando por dentro, acabar com os preconceitos e seu discurso me lembrou muito o do Julian Blackthorn e o lema de sua família: "Lex malla, lex nulla" (uma lei ruim, não é lei). Em pensar que nos últimos livros, Alec é o Cônsul da Clave em Exílio...

Além da forma natural que personagens LGBTQ+, de outras etnias e corpos aparecem na história, eu amo como tudo se entrelaça, as histórias e os personagens de todos os livros estão de alguma forma relacionado, mesmo os personagens secundários tem arcos interessantes e complexos.

Nos agradecimentos a autora conta como seus livros tiveram dificuldade de ser publicados e disponibilizados em bibliotecas por terem personagens considerados "conteúdo sexual" (mesmo quando não tinha nem um beijo) e "inapropriados". Mas os fãs amaram desde o início Magnus e Alec e queriam saber mais sobre eles, o amor dos fãs possibilitou esse livro existir. Ela diz ainda que torce por um mundo ondo livros com protagonistas LGBTQ+ não sejam apenas "apropriados", mas necessários.
Desenhos por Cassandra Jean
Destaque para alguns personagens presentes (novos e que já conhecemos):  Tessa Herondale, Johnny Rook, Hypatia Vex, Barnabas Hale, Aline Penhalow e Helen Balckthorn (se conhecem e começam a sair nesse livro), Leon Verlac (conhecemos ele nesse livro, mas destaquei por causa do Sebastian Verlac), Shinyun Jung, os vampiros de Nova York Lily, Elliott e Raphael Santiago, o lobisomem Bat Velasquez, o Alto Feiticeiro de Los Angeles Malcom Fade, o príncipe da Corte Unseelie Adaon. Além disso conhecemos o Mercado das Sombras de Paris!

 Magnus fala como os feiticeiros são os membros do Submundo mais solitários, já que as fadas tem as cortes, os lobisomens seu bando e os vampiros seus clãs. Feiticeiros sempre estão sozinhos, não são considerados confiáveis. Ver Magnus ao longo dos livros se abrindo, se permitindo amar e até mesmo ter uma família é incrível!
Estou muito ansiosa pelo próximo livro e curiosa, ele vai se passar depois que Alec e Magnus já moram juntos e adotaram Max, o primeiro filho do casal, depois dos acontecimentos em Contos da Academia dos Caçadores de Sombras.
Magnus Bane e Alec Lightwood estão se estabelecendo na vida doméstica com seu filho Max quando os bruxos Ragnor Fell e Shinyun Jung entram em seu apartamento e roubam um poderoso livro de feitiços. Percebendo que Ragnor e Shinyun estão sendo controlados por uma força muito sinistra, Magnus e Alec decidem detê-los e recuperar o livro antes que possam causar mais danos. Com a ajuda de Clary Fairchild, Jace Herondale, Isabelle Lightwood e Simon Lovelace (recém-saído da Academia dos Caçadores de Sombras), eles acompanham os feiticeiros até Xangai.
Mas nada é o que parece. Ragnor e Shinyun estão trabalhando sob as ordens de um Demônio Maior. O objetivo deles é abrir um Portal do Reinos dos Demônios para a Terra, inundando a cidade de Xangai com demônios perigosos. Quando um encontro violento faz com que a magia de Magnus se torne cada vez mais instável, Alec e Magnus reúnem seus amigos para atacar o centro do poder do demônio. Mas o que eles acham lá é muito mais estranho e mais nefasto do que jamais poderiam esperar…
Eu amo o Magnus e o casal Malec (Magnus+Alec) era meu favorito em Instrumento s Mortais, assim como Sizzy (Simon+Izzy), acho que o que eu menos gostava era Clace (Clary+Jace)... Cada vez sabemos mais sobre o feiticeiro, sua infância, origem, amores e cada vez gosto mais do personagem!
Quem aí também ama o universo dos Caçadores de Sombras? Me contem o que acharam da resenha, se revelei demais e se já leram esse livro o que acharam!
Beijos e até o próximo post 

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